
Cargo: Procurador-Geral do Trabalho Entidade: PGT Foto

Cargo: Vice Procuradora-geral do Trabalho Entidade: PGT Foto

Cargo: Ministro do TST Entidade: TST Foto

Professor de Ensino Médio há 23 anos , formado em Processamento de Dados e Pós Graduado em Pedagogia. Presidentes Estadual da Unegro do Estado de São Paulo, Coordenador Adjunto do Centro de Estudos 1 de Maio, Idealizando da Feira Afro Ayê e Coordenador do Cursinho Popular Afro Ayê.

É sapatao e cria da ZL. Integra a Coordenação Nacional da UNEafro Brasil e é Diretora Executiva da Coletiva Emana. De 2021 a 2024 foi covreadora na Mandata Coletiva Quilombo Periférico.

Ativista do Movimento Negro Unificado – MNU, Educadora e Sindicalista. Ex-Coordenadora Nacional do MNU, Graduada em Pedagogia pela PUC/GO, Especialista em Métodos e Técnicas de Ensino pela Universidade Salgado de Oliveira. Ex - Secretaria de Comunicação da CUT e Ex - Secretaria de Gestão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial/MIR.

Procuradora do Trabalho em São Bernardo do Campo. Doutora em Direito pela UFPE. Secretária Adjunta de Cooperação Internacional Trabalhista do Ministério Público do Trabalho. Capacitadora e Orientadora da Escola Superior do Ministério Público da União - ESMPU. Participou no MPT de inúmeros Grupos de Trabalho e Comissões de combate à discriminação e assédio nas relações de trabalho.

Técnica de Planejamento e Pesquisa no Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Doutora em Geografia (UnB).

Presidente da União Brasileira de Mulheres (UBM) no Estado de São Paulo desde junho deste ano. Antes, presidiu a entidade na capital paulista entre a fundação, em 2015, e 2026. Também faz parte da direção executiva nacional. Representa a UBM no Conselho Nacional de Direitos Humanos, no qual coordena a Comissão de Gênero, LGBTQIA+ e Raça. Presidiu o Conselho Municipal de Políticas para Mulheres na cidade de São Paulo em dois períodos: 2021-2022 e 2025-2026. Neste último, foi uma das organizadoras e presidiu a 6ª Conferência Municipal de Políticas para Mulheres, em julho de 2025.

Subprocuradora-geral do Trabalho e já exerceu a função de diretora da ANPT. Foi membra auxiliar do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), onde atuou como coordenadora-geral do Núcleo de Correições e Inspeções. No Ministério Público do Trabalho, foi chefe de gabinete da Procuradoria-Geral do Trabalho e da Vice-Procuradoria-Geral do Trabalho, além de secretária de Planejamento e Gestão Estratégica. Integrou diversos grupos de trabalho do MPT e do CNMP e o Comitê de Equidade do MPT. Atualmente, é ouvidora da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU).

Diretora – Tesoureira da OAB Barra RJ – triênio (2025/2027); Advogada - pós Graduada pela Fesudeperj em Direito Cível, Processo Civil e Tributário / Assistente Social / Aposentada Mercado Financeiro / Empresária / Palestrante / - Escritora – com 8 livros publicados em coautoria; Presidente da Comissão de Igualdade Racial OAB BARRA - (2022/2027); Presidente da Comissão de Igualdade Racial e Conselheira da ABMCJ – Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (2026); Confreira do IAB – INSTITUTO DOS ADVOGADOS DO BRASIL - 2023; Acadêmica da ABRASCI - Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura - 2024

Professora do IFRS: Licenciada e bacharela em história pela UNIR; especialização em Psicopedagogia/ Faculdade de Santo André); Mestra em história e estudos culturais pela UNIR; Doutora em história pela UFRGS, graduação em Serviço Social no Centro Universitário Internacional. Coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Gênero e Sexualidade (NEPGS) do IFRS/Campus Rolante

Indigena do Povo Laklãnõ Xokleng de Santa Catarina, Membro da Articulação Brasileira de Serviço Social e Povos Indígenas.

Juliana Tupinambá é uma liderança indígena e ativista brasileira pertencente ao povo Tupinambá, reconhecida por sua atuação na defesa dos direitos dos povos originários, da preservação ambiental e da valorização cultural indígena. Geógrafa, pedagoga, pós-graduada em Educação Indígena, mestre e doutoranda em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (UnB), Juliana é indígena do povo Tupinambá de Olivença, da Aldeia Mãe, Terra Indígena Tupinambá de Olivença, localizada em Ilhéus (BA). A liderança já integrou a Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME) e o Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia (MUPOIBA). Servidora estadual, também foi chefe de gabinete da Secretaria dos Direitos Ambientais e Territoriais Indígenas do Ministério do Povos Indígenas (MPI) e é uma das cofundadoras do projeto “Filhas da Ancestralidade”, do Estado da Bahia.

Profissional multidisciplinar. Codiretora executiva no Olabi – organização dedicada a diversificar a cena de tecnologia e inovação no Brasil. Experimentadora, ativista e pesquisadora, mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF. Editora do livro “Pode um robô ser racista?” lançado em 2023. Considerada uma das 100 pessoas inovadoras mais importantes do mundo pelo The Future Laboratory na Inglaterra, é colunista da Fast Company Brasil, onde compartilha seus insights sobre tecnologia e inovação. É fellow da Ashoka e recebeu o prêmio Destaques da Governança da Internet concedido pelo Comitê Gestor da Internet – CGI.

Procurador do Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo. Foi Procurador-Chefe do MPT em Rondônia e Acre (2013-2017), do MPT no Amazonas e em Roraima (2021, interino) e do MPT em São Paulo (2026, interino). Graduado em Direito pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho. Especialista em Direito da Blockchain e dos Criptoativos pela Escola da Magistratura Federal (ESMAFE). Certificação em educação profissional em Blockchain e Disrupção Tecnológica pelo Massachussets Institute of Technology (MIT) e de especialista em ativos virtuais (CEAV) pela Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto). Escritor e palestrante.

A socialista Clarissa Cristina Oliveira Gonçalves, conhecida como Cristina Gonçalves, é uma mulher cega, tem 60 anos, é professora aposentada e atriz. Ela é casada, tem dois filhos e um neto. Filha de camponeses que vieram a Salvador diretamente dos municípios de Jequié e Ipiaú, Cristina perdeu a visão aos 23 anos e, desde então, trava uma luta contra o preconceito. Sua trajetória de militância e ativismo social somam 34 anos. Ela está na disputa eleitoral em uma chapa coletiva com mais três pessoas cegas.

Integrante do comitê de mulheres negras com deficiência, idealizadora do coletivo de extensão e pesquisa anti Capacitista da Urgs e coordenadora regional do projeto vou te contar.

Reinaldo Bulgarelli é Secretário Executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, diretor de Diversidade em Gestão de Pessoas da ABRH Brasil e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável da Presidência da República.

Promotora de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas, com atuação na defesa da sociedade e na promoção da cidadania. Mestre em Direito, com formação especializada em Direitos Humanos, e professora universitária. Especializações em Direito Constitucional e Psicologia Jurídica, além de experiência acadêmica e profissional nas áreas de direitos humanos, diversidade e enfrentamento às diferentes formas de discriminação.

Assistente social, pós-graduada em Relações de Gênero, Raça e Etnia. Conselheira Municipal da Diversidade Sexual de Curitiba e Diretora Executiva do Grupo Dignidade, com atuação voltada à defesa e à garantia de direitos da população LGBTI+.

Procurador do Trabalho. Coordenador Nacional da Coordenadoria Nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho do MPT (COORDIGUALDADE). Mestre e Doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Minas Gerais.

Coordenadora de Diversidade, Equidade e Inclusão da Coca-cola FEMSA

Especialista em Diversidade, Equidade e Inclusão, com mais de 10 anos de experiência em Recursos Humanos. Ao longo de sua trajetória, atuou em diferentes frentes de RH, contribuindo para o desenvolvimento de pessoas, cultura e transformação organizacional. Atualmente, lidera iniciativas de Diversidade e Inclusão, impulsionando estratégias voltadas à representatividade, acessibilidade e equidade. É formada em Administração de Empresas, pós-graduada em Gestão de Pessoas e possui MBA em Digital Business, além de formação em Liderança de Projetos na Era da IA.

Procuradora do Trabalho desde 2007; Coordenadora Nacional da COORDINFÂNCIA, de 2017 a 2019; Coordenadora Regional da COORDINFÂNCIA na PRT4, de 2015 a 2017, e de 2021 a 2023; Mestre em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; Autora de livro, capítulos de livro e diversos artigos nas áreas do Direito do Trabalho e Direito Previdenciário já atuou como professora e palestrante em diversas instituições e eventos, especialmente nas áreas do Direito do Trabalho e Direito Previdenciário, bem como representando o Ministério Público do Trabalho

Coordenadora | Programas de Entrada - Profissional de Recursos Humanos, com sólida trajetória no mercado financeiro e experiência em Educação Corporativa e Desenvolvimento de Talentos. Lidera Programas de Entrada e Aceleração de Talentos, conectando formação e potencial às estratégias do negócio. Acredita na educação e na equidade como forças capazes de ampliar oportunidades, romper barreiras e transformar trajetórias.

Casada com o Flávio há 12 anos e mãe da Vivian, de 8 anos, sou formada em Psicologia e fui a primeira pessoa da minha família a concluir o ensino superior. Também sou pós-graduada em Gestão Estratégica de Pessoas.Há mais de 16 anos construo minha trajetória em Recursos Humanos, com experiências em Treinamento e Desenvolvimento, Clima Organizacional, Onboarding e, principalmente, Recrutamento e Seleção, grande parte desse percurso em empresas de tecnologia. Atualmente, atuo na Vivo com Atração de Talentos, contribuindo para a construção de estratégias e iniciativas voltadas à atração e seleção de diferentes públicos e programas de talentos. Ao longo da minha trajetória na empresa, também participei de três Squads, sendo duas delas dedicadas a iniciativas de diversidade e inclusão.Como mulher negra e profissional de RH, acredito na importância de ampliar espaços, oportunidades e representatividade. Meu propósito é contribuir para que mais pessoas diversas, especialmente pessoas negras, tenham acesso a oportunidades e possam construir suas trajetórias profissionais. Na Vivo, também encontro nos programas de Jovens Talentos uma forma concreta de contribuir para esse propósito, conectando diversidade, inclusão e acesso ao mercado de trabalho.

Procurador do Trabalho desde o ano de 2006. Segundo vice gerente do Projeto Nacional Igualdade no Trabalho Para Todas as Mulheres e para a População Negra.

Secretária de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais Cientista Social graduada pela UFBA, Ângela assumiu a titularidade da Secertaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais - Sepromi em janeiro de 2023, na missão de consolidar e expandir os direitos da população negra, dos povos e comunidades tradicionais, além de fortalecer as políticas de enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa. No âmbito da gestão pública, acumula larga experiência, tendo sido a primeira diretora do Departamento da Reparação Racial em São Sebastião do Passé, em 2005, órgão responsável pela implementação de políticas de promoção da igualdade racial, mulheres e juventude. Foi Secretária-Adjunta Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral da Presidência da República, no período 2011-2016, foi presidenta nacional do Conselho de Juventude, onde atuou na conquista de direitos como o Estatuto da Juventude. A partir de 2016 desempenhou várias funções institucionais na Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia (SETRE), onde coordenou a Agenda Bahia do Trabalho Decente, também atuando como assessora especial, chefa de Gabinete e coordenadora de Fomento ao Artesanato. É professora concursada de Sociologia na Rede Estadual de Educação. Secretaria Estadual - Sepromi/BA≈

Doutorando no Centro de Estudos Sociais de Coimbra; Doutor em Direito do Trabalho pela Universidade de São Paulo; juiz titular da 2ª Vara de Poços de Caldas, MG;

Procuradora do Trabalho no Rio de Janeiro. Coordenadora da Coordigualdade do Rio de Janeiro. Vice Gerente do Projeto de Promoção de Igualdade de Raça e de Gênero no MPT. Integrante do grupo de trabalho do CNMP para elaboração do Manual de Atuação com Perspectiva de Gênero

Analista Sênior de Cultura, Diversidade e Inclusão na Unimed Grande Florianópolis, com mais de 11 anos de experiência em Recursos Humanos e atuação nas áreas de Cultura Organizacional, Diversidade, Equidade e Inclusão, Comunicação Interna, Experiência do Colaborador e Desenvolvimento de Pessoas. Graduada em Gestão de Recursos Humanos, especialista em Gestão de Pessoas e pós-graduada em Diversidade e Inclusão nas Organizações, atua no desenvolvimento de estratégias e projetos voltados à cultura, pertencimento, valorização das pessoas e à agenda ESG, com olhar para o impacto social e a transformação das organizações. Trajetória marcada pelo compromisso com a construção de ambientes de trabalho mais inclusivos, diversos e humanizados, especialmente na promoção da equidade e na ampliação de oportunidades para grupos historicamente sub-representados.

Fernanda Santos é mãe da Maalum e ajuda empresas a transformar diversidade em estratégia de negócio. Já apoiou mais de 40 grandes empresas na construção de ambientes de trabalho mais diversos e inclusivos, estruturando comitês de D&I, agendas estratégicas e políticas organizacionais. Mestre em Relações Étnico-Raciais (CEFET/RJ) e Especialista em Gestão de Negócios (USP/Esalq), com mais de dez anos em educação corporativa e gestão da mudança — incluindo passagem pela Petrobras coordenando programas de treinamento em larga escala. Une esse rigor técnico a uma leitura ancestral e afrocentrada das relações no trabalho. Também é autora de Sou Cubango, sou Memória (2012) e coautora de Mães Pretas: maternidade solo e dororidade (2021), vencedor do prêmio de melhor livro do ano.

Procuradora do Trabalho, Coordenadora da Coordigualdade na PRT8 (biênios 2024/2025 e 2026/2027), Vice Coordenadora adjunta da Coordigualdade (biênio 2026/2027), Vice gerente nacional do projeto “Empregabilidade LGBTQIAPN+: conexão pela diversidade” (biênio 2026/2027), bacharel em Direito pela Universidade Federal do Ceará, especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Estácio de Sá e especialista em Direito Constitucional pela Universidade de Anhanguera.

Advogado e Consultor Jurídico, graduado pela PUC-Campinas, com especializações em Direito Público e Direito Empresarial e Econômico (Unicamp). Atua na promoção da igualdade racial e das políticas afirmativas, com experiência junto à Unicamp na implantação de ações afirmativas na graduação e pós-graduação. Participou de iniciativas do TRF3, Academia de Polícia e TRT15 voltadas ao enfrentamento da discriminação e do trabalho análogo à escravidão. Na PRT15, apoia a Coordigualdade na promoção da inclusão de negros e negras em posições de direção e gestão no mercado de trabalho.

Procurador do Estado de São Paulo; Professor na Faculdade de Direito da PUCSP Mestre em Direito Processual Civil pela PUCSP; Especialista em Direitos Difusos e Coletivos pela PUCSP; Diretor do Instituto Brasileiro de Advocacia Pública; Presidente da Comissão Especial - Discriminação Racial da Secretaria da Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo; Integrante do Núcleo de Igualdade étnico-racial da Procuradoria Geral do Estado de São Paulo
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